sexta-feira, 10 de junho de 2011

LARGO CESÁRIO VERDE

Topónimo anterior: Inexistente
José Joaquim Cesário Verde (25.02.1855-19.07.1886)

Natural de Lisboa, Cesário Verde foi um poeta português.
Filho de José Anastácio Verde, lavrador e comerciante e de Maria da Piedade dos Santos Verde, teve dois irmãos, ambos falecidos vitimados pela tuberculose.
Matriculado no Curso Superior de Letras, apenas frequentou a licenciatura durante alguns meses, o suficiente para ter conhecido o seu amigo Silva Pinto.
Abandonando os estudos, repartia o seu tempo entre a actividade de comerciante e a escrita da poesia, que publicava em jornais.
Em 1877 começou, também, a ter os sintomas de tuberculose, doença que lhe veio a causar a morte.
Ainda em vida concluiu e editou o livro de poesia: Nós, editado em 1884.
Com a sua morte, o amigo Silva Pinto compilou a sua poesia, elaborando o Livro de Cesário Verde, publicado em 1901.

TOPONÍMIA:

O Largo Cesário Verde compreende aquele que sempre foi o principal acesso à Praia da Rocha. Inicialmente uma mera ladeira, nos anos 1950 foi sendo alargada e terraplanada, para permitir a construção de um parque de estacionamento.
O Largo Cesário Verde foi alvo de requalificação urbana em 2009.

LIGAÇÕES:

O Largo Cesário Verde tem como única ligação a Avenida Tomás Cabreira.


domingo, 15 de maio de 2011

LARGO ANTÓNIO PEDRO S. MARTINS

Topónimo anterior: Inexistente


António Pedro da Silva Martins era natural da Mexilhoeira Grande, onde nasceu em 1843.
Foi Secretário da Câmara Municipal de Portimão.
Casou em primeiras núpcias com Isabel Maria Martins, na Mexilhoeira Grande e, em segundas núpcias com Maria das Dores Vieira Tadeu d'Almeida, em Portimão.

TOPONÍMIA:

Largo localizado na Mexilhoeira Grande.

LIGAÇÕES:

O Largo António Pedro S. Martins, tem ligação com as seguintes artérias: Rua Francisco Bivar e Rua Rosado Fogaça.

LARGO ÁLVARO DE ATAÍDE

Topónimo anterior: Inexistente
Álvaro de Ataíde - O Grande (Desenho de Júlio Amaro)

Alcaide-Mor e Senhor donatário de Alvor, a partir de 1451, por mercê de D. Afonso V. Recebeu depois, por Carta de 18 de Dezembro de 1451, a dizima do pescado, os direitos da portagem de mar e terra, foros de azenhas, o serviço novo e velho dos Judeus, moinhos, casas, vinhas, a barca de passagem e as marinhas.
Era sogro de Vasco da Gama, pelo casamento do navegador com sua filha Catarina de Ataíde.
Foi ainda pai de Tristão de Ataíde e de Nuno Fernandes de Ataíde, figuras altas da história de Portugal.
Na sua casa (alguns autores dizem ter sido na de seu filho, com o mesmo nome) na vila de Alvor, faleceu D. João II, em 1495.
Está sepultado na Igreja Matriz de Alvor.

TOPONÍMIA

O Largo Álvaro de Ataíde é a principal entrada na vila de Alvor, para quem entra pela Estrada de Alvor. Antigo terreiro tem actualmente uma rotunda.

LIGAÇÕES:

O Largo Álvaro de Ataíde tem ligações com as seguintes artérias: Rua Dr. António José de Almeida, Rua do Rossio de São Pedro, Estrada Municipal 531 e Não Classificada 39

terça-feira, 3 de maio de 2011

LARGO ALEXANDRE MASSAII

Topónimo anterior: Largo da Fortaleza (por designação popular)

(Alexandre Massaii segundo Júlio Amaro)

Alexandre Massaii foi um engenheiro militar e arquitecto napolitano, nascido no Século XVI e falecido em Sines em 1638.
Vindo para Portugal em 1589, foi contratado por Filipe II para elaborar um sistema de defesa do litoral sul do país, tendo realizado um levantamento notável de toda a costa algarvia e alentejana, sendo autor dos mais antigos mapas de muitas das localidades destas regiões.
Entre os seus projectos principais destacam-se o Forte de Pessegueiro (Ilha do Pessegueiro), Forte de São Clemente (Vila Nova de Milfontes), Forte de Revelim (Sines), Forte de São Lourenço do Bugio (Lisboa), Forte de São João do Arade (Ferragudo), Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar (Praia da Rocha).
É autor da obra "Descripção do Reino do Algarve" - 1617/1618.

TOPONÍMIA:

A Fortaleza de Santa Catarina foi edificada entre 1629 e 1633, no local onde já existiria uma antiga capela dedicada a Santa Catarina e chamada de Santa Catarina de Riba-Mar (por veneração a Santa Catarina de Alexandria).
Essa capela primitiva terá sido destruída e substituída pela actual, que se encontra no interior da fortaleza e que esteve na origem do seu nome.
Apesar da antiguidade da fortaleza, o largo é de construção recente. De facto, ainda 1922, o Jornal "O Portimonense" perguntava: "Quando será acabada a avenida que liga a estrada desta praia com a fortaleza?"
Nesse ano, a actual Avenida Tomás Cabreira ainda só chegava ao casino, sendo o restante caminho até à fortaleza feito por um pequeno caminho de terra batida e cercado pelo muro da propriedade agrícola (como se pode ver nas fotos).
A construção do largo terá sido realizada em finais dos anos 1930, pois em 1941 foi feita a adaptação da Fortaleza a miradouro e o mesmo já existia na década de 1950, quando foram realizadas as obras de construção da escadaria da fortaleza até à praia.
Em 2008/9 o largo foi alvo de requalificação, tornando-se uma zona pedonal.

LIGAÇÕES:

O Largo Alexandre Massaii tem ligação com a Avenida Tomás Cabreira e com a Rua Engenheiro José Bivar.
Desenho de finais do Séc. XIX (colecção de Manuel Mendonça)
O caminho de acesso à fortaleza pelo lado nascente
Fortaleza de Santa Catarina em 1922
Caminho de acesso à fortaleza
A Fortaleza de Santa Catarina vista do rio
Largo Alexandre Massaii (anos 1950)
Largo Alexandre Massaii (anos 1950)
Largo Alexandre Massaii (anos 1950)
Largo Alexandre Massaii (anos 1960)
Largo Alexandre Massaii (anos 1970)
Largo Alexandre Massaii (anos 1980)
Largo Alexandre Massaii actualmente (foto de costumes e tradições de Portimão)
Largo Alexandre Massaii actualmente (foto de costumes e tradições de Portimão)

domingo, 17 de abril de 2011

LARGO 1º DE DEZEMBRO

Topónimo anterior: Largo dos Quartéis; Praça do Município; Largo Libânio Gomes
A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outras motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal. Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha. Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais. Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal. Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.
Parece não haver dúvida de que a ideia de nacionalidade esteve por trás da restauração da independência plena de Portugal após 60 anos de monarquia dualista. Cinco séculos de governo próprio haviam forjado uma nação, fortalecendo-a até ao ponto de rejeitar qualquer espécie de união com o país vizinho. Para mais, a independência fora sempre um desafio a Castela e uma vontade de não ser confundido com ela.
Entre os dois estados foram sucessivas e acerbas as guerras, as únicas que Portugal realmente travou na Europa. Para a maioria dos Portugueses, os monarcas habsburgos não eram mais do que usurpadores, os Espanhóis, inimigos, e os seus partidários, traidores. Mas a Restauração carece de ser explicada por grande número de outros elementos.
Culturalmente, avançara depressa, entre 1580 e 1640, a castelhanização do País. Autores e artistas portugueses gravitavam nas órbitas da corte espanhola, fixavam residência em Espanha, aceitavam padrões espanhóis e escreviam cada vez mais em castelhano, contribuindo para a riqueza do teatro, da música ou da arte pictórica espanhóis e dando hoje a impressão errada de uma decadência cultural a partir de 1580. A perda de uma individualidade cultural era sentida por muitos portugueses, com reacções diversas a favor da língua pátria e da sua expressão em termos de prosa e poesia. Contudo, os intelectuais que assim reagiam sabiam perfeitamente que os seus esforços seriam vãos sem a recuperação da independência política.
Economicamente, a situação piorara desde a década de 1620 ou até antes. Muitas das razões que haviam justificado a união das duas coroas ficaram ultrapassadas com a marcha da conjuntura económica. Todo o Império Português atravessava uma séria crise com a entrada em jogo de holandeses e ingleses. Portugal perdera o monopólio comercial na Ásia, África e Brasil, resultando daí que todos – a Coroa, a nobreza, o clero e a burguesia – haviam sofrido no montante das receitas. Os Espanhóis reagiam fortemente contra a presença portuguesa nos seus territórios, mediante vários processos, entre os quais a Inquisição, situação que suscitou grande animosidade nacionalista tanto em Portugal como em Espanha, aprofundando o fosso já cavado entre os dois países.
Mesmo em Portugal, a situação económica estava longe de brilhante. Os produtores sofriam com a queda dos preços do trigo, do azeite e do carvão, só para dar alguns exemplos. A crise afectava as classes baixas, cuja pobreza aumentou sem disfarces, como, aliás, em muitos outros países da Europa. O aumento dos impostos tornava a situação ainda pior. Para explicar os tempos difíceis e apaziguar o descontentamento geral, a solução apresentava-se fácil e óbvia: a Espanha, causa de todos os males.
A conspiração a favor da independência começou em 1639, se não antes, congregando um grupo heterogéneo de nobres, clientes-funcionários da casa de Bragança, e elementos do alto e baixo clero. Em Novembro de 1640, a conspiração dos aristocratas conseguiu finalmente o apoio formal do duque de Bragança.
Na manhã do 1º de Dezembro, um grupo de nobres atacou a sede do governo em Lisboa (Paço da Ribeira), prendeu a duquesa de Mântua, e matou ou feriu alguns membros da guarnição militar e funcionários, entre os quais o Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos. Seguidamente, os revoltosos percorreram a cidade, aclamando o novo estado de coisas, secundados pelo entusiasmo popular.
D. João foi aclamado como D. João IV, entrando em Lisboa alguns dias mais tarde. Por quase todo o Portugal metropolitano e ultramarino as notícias da mudança do regime e do novo juramento de fidelidade ao Bragança foram recebidas e obedecidas sem qualquer dúvida. Apenas Ceuta permaneceu fiel à causa de Filipe IV.
Como “governadores”, para gerirem os negócios públicos até à chegada do novo rei, foram escolhidos o arcebispo de Lisboa, D. Rodrigo da Cunha, o de Braga, D. Sebastião de Matos de Noronha, e o visconde de Vila Nova de Cerveira, D. Lourenço de Lima. D. João IV entrou em Lisboa a 6 de Dezembro, cessando nesta data as funções dos “governadores”.
Proclamar a separação fora coisa relativamente fácil. Mais difícil seria conseguir mantê-la. Tal como em 1580, os portugueses de 1640 estavam longe de unidos. Se as classes inferiores conservavam intacta a fé nacionalista e aderiram a D. João IV sem sombra de dúvida, já a nobreza, muitas vezes com laços familiares em Espanha, hesitou e só parte dela alinhou firmemente com o duque de Bragança. O mesmo se poderia afirmar em relação ao clero.
O novo monarca português não gozava por certo de uma posição invejável. Do ponto de vista teórico, tornava-se necessário justificar a secessão: o novo monarca, longe de figurar como usurpador, reavera simplesmente aquilo que por direito legítimo lhe pertencia. Abundante bibliografia produzida em Portugal e fora dele a partir de 1640 procurou demonstrar os direitos reais do duque de Bragança. Se o trono jamais estivera vago de direito, tanto em 1580 como em 1640, não havia razões para qualquer tipo de eleição em cortes, o que retirava ao povo a importância que ele porventura teria, fosse o trono declarado vacante.
Todo o reinado (1640-56) foi orientado por prioridades. Em primeiro lugar a reorganização do aparelho militar, com reparação de fortalezas das linhas defensivas fronteiriças, fortalecimento das guarnições e obtenção de material e reforços no estrangeiro. Paralelamente, uma intensa actividade diplomática junto das cortes da Europa – no sentido de obter apoio militar e financeiro, negociar tratados de paz ou de tréguas, e conseguir o reconhecimento da Restauração – e a reconquista do império ultramarino. A nível interno, a estabilidade do regime dependeu, antes de mais, do aniquilamento de toda a dissensão a favor de Espanha.
A guerra da Restauração mobilizou todos os esforços que Portugal podia despender e absorveu enormes somas de dinheiro. Pior do que isso, impediu o governo de conceder ajuda às frequentemente atacadas possessões ultramarinas. Mas, se o cerne do Império, pelo menos na Ásia, teve de ser sacrificado, salvou pelo menos a Metrópole de uma ocupação pelas forças espanholas.
Portugal não dispunha de um exército moderno, as suas forças eram escassas – sobretudo na fronteira terrestre –, as suas coudelarias haviam sido extintas, os seus melhores generais lutavam pela Espanha algures na Europa. Do lado português, tudo isto explica por que motivo a guerra se limitou em geral a operações fronteiriças de pouca envergadura. Do lado espanhol, é preciso lembrar que a Guerra dos Trinta Anos (prolongada em Espanha até 1659) e a questão da Catalunha (até 1652) demoraram quaisquer ofensivas de vulto. Regra geral, a guerra, que se prolongou por 28 anos, teve os seus altos e baixos para os dois contendores até ser assinado o Tratado de Lisboa, em 13 de Fevereiro de 1668, entre Afonso VI de Portugal e Carlos II de Espanha, em que este último reconhece a independência do nosso País. (in http://ebicuba.drealentejo.pt/ebicuba/dezembro1/dezembr1.htm)

TOPONÍMIA:

O Largo 1º de Dezembro, também conhecido popularmente por Jardim 1º de Dezembro, só passou a ter a forma actual depois dos serviços da Câmara terem ocupado o Palácio Sárrea Garfias.
O espaço hoje ocupado pelo largo era a cerca que servia de logradouro ao referido palácio, contendo várias edificações à volta.
O seu primeiro topónimo foi Largo dos Quartéis, porque do lado sul havia um quartel, edificado no Século XVIII, ocupado por um pelotão da tropa de Lagos; no lado poente (em frente ao actual edifício do Banco Santander), ficavam as cavalariças do palácio; em frente ao palácio ficavam as adegas, uma de vinho e outra lagar de azeite; dentro da cerca, existiam dois poços, um pequeno tanque e depósitos de vinho e de azeite. Adquirido o palácio e a respectiva cerca pela Câmara Municipal, no início do Século XX foram esses edifícios demolidos e aberto o actual largo.
Não se sabem se ainda existiam as edificações quando, na reunião da Comissão Municipal Republicana de 10 de Outubro de 1910, o Executivo Municipal decidiu alterar o topónimo de Largo dos Quartéis para Largo Libânio Gomes. (José Libânio Gomes - natural de Portimão ficou órfão de pai aos 9 anos de idade. Proprietário abastado por herança, em 1845 partiu para França, para aprender com um negociante de frutos secos as artes desse comércio. Regressando à terra natal em meados do Século XIX, aí iniciou a actividade de exportador de frutos secos, cuja elevada qualidade lhe valeu uma medalha na Exposição Internacional de Londres, em 1851 e outra na Exposição Internacional de Paris, em 1855. Em 1894 integrou a Comissão da Secção Portuguesa à Exposição Universal de Anvers. Foi nomeado Cônsul da Bélgica em 1861.)
Este topónimo veio a ser alterado novamente com a passagem dos Paços do Concelho do edifício do Colégio para o Palácio Sárrea Garfias, no ano de 1915, passando a designar-se por Largo do Município.
O terreiro que ficou com a demolição dos edifício foi adaptado a jardim em 1931, sendo decorado por uma escadaria de pedra, ladeada por 2 candeeiros Arte Nova, um lago contendo ao meio uma escultura de Bordalo Pinheiro e vários bancos de azulejos com painéis históricos (ver imagens dos bancos em http://genealogiadoalgarve.blogspot.com/2009/11/bancos-do-jardim-1-de-dezembro.html).
Em 1954, os Paços do Concelho são transferidos para o Palácio Bivar, sendo o topónimo novamente alterado, para o actual nome de Largo 1º de Dezembro. No Palácio Sárrea ficaram: o Tribunal, a Biblioteca e o Posto de Turismo, até 1999.
Em Agosto de 2004 o Palácio Sárrea foi demolido para dar lugar ao actual Teatro Municipal de Portimão, inaugurado em 11 de Dezembro de 2008. Infelizmente o Largo 1º de Dezembro ainda não foi alvo da necessária requalificação, degradando-se diariamente.

LIGAÇÕES:

O Largo 1º de Dezembro tem ligação com as seguintes artérias: Rua Júdice Biker, Rua Direita, Rua Dr. Ernesto Cabrita e Rua Dr. João Vitorino Mealha.
Largo do Município nos anos 1930, vendo-se o Hotel Central (postal ilustrado da colecção de Manuel Mendonça)
Largo do Município nos anos 1940 (postal ilustrado da colecção de Manuel Mendonça)
Largo do Município nos anos 1940 (postal ilustrado da colecção de Manuel Mendonça)
Largo do Município nos anos 1950, em dia de nevão, vendo-se o Hotel Central e a escultura de Bordalo Pinheiro no meio do lago (foto de Francisco Oliveira)
Largo do Município nos anos 1950
Largo 1º de Dezembro nos anos 1960 (postal ilustrado da colecção de Manuel Mendonça)
Largo 1º de Dezembro nos anos 1980
Largo 1º de Dezembro nos anos 1990 (Arquivo da CMP)
Largo 1º de Dezembro nos anos 1990
Largo 1º de Dezembro nos anos 1990
Largo 1º de Dezembro durante as obras de construção do TEMPO, em 2005 (Foto de Nuno Campos Inácio)
Largo 1º de Dezembro em 2010 Nuno Campos Inácio)

domingo, 10 de abril de 2011

ESTRADA DO VAU

Topónimo anterior: Inexistente
A Estrada do Vau deve o seu topónimo ao facto de ser o caminho de ligação entre a Praia da Rocha e a Praia do Vau.

A Praia do Vau deve o seu topónimo ao facto de ser o local onde se passava a vau, ou seja, uma ribeira pouco profunda, que permitia uma passagem a pé, embora por dentro de água. Essa ribeira está actualmente encanada, mas continua a correr, principalmente no Inverno, como é visível no próprio areal da praia.

O topónimo Vau já existia no Século XVI, sendo referido no Livro do Almoxarifado de Silves.

A Estrada do Vau foi alargada nos anos 1940, para possibilitar o desenvolvimento da Praia do Vau como destino turístico.


LIGAÇÕES:


A Estrada do Vau tem início na Rua da Falésia. Tem ligação com as seguintes artérias: Avenida João Paulo II, Avenida das Comunidades Lusíadas e Avenida São Lourenço da Barrosa
Praia do Vau no início do Século XX, vendo-se o antigo e estreito caminho de terra batida (postal ilustrado da colecção de Manuel Mendonça)
Praia do Vau nos anos 1940
Praia do Vau nos anos 1950 (Foto de Júlio Bernardo)
Estrada do Vau nos anos 1950 (foto de António Callapez)Estrada do Vau nos anos 1950 (foto de Francisco Oliveira) Estrada do Vau nos anos 1960 (Foto de Júlio Bernardo) Estrada do Vau
Estrada do Vau (Arquivo da C.M.P.)